A MORTE, O ESTADO INTERMEDIÁRIO, A RESSURREIÇÃO E O DESTINO FINAL

A MORTE, O ESTADO INTERMEDIÁRIO, A RESSURREIÇÃO E O DESTINO FINALPágina 6 de 22 · 1 min

Página 6

A MORTE, O ESTADO INTERMEDIÁRIO, A RESSURREIÇÃO E O DESTINO FINAL — página 6

O ESTADO INTERMEDIÁRIO

Quando a morte física ocorre, a alma e o espírito passam para um estado intermediário. Assim como a morte é uma condição temporária para o corpo, também é a condição do espírito e da alma quando fora do corpo. Todos os que passarem para esse estado intermediário sairão dele algum dia. Esse estado também foi chamado de “o estado separado” ou “o estado despido” (2 Co 5:4).

O Túmulo ou Tumba (“Queber” ou “Mnemeion”)

O guardião do corpo, enquanto o espírito e a alma estão separados pela morte, é a sepultura. Mesmo que muitos corpos nunca tenham sido adequadamente enterrados (alguns foram comidos por animais, outros foram queimados etc.), ainda assim, na Escritura, um corpo morto, em qualquer estado que seja, é visto como estando na sepultura.

A palavra no hebraico do Velho Testamento para sepultura, ou sepulcro, é “queber”. É um local literal ou físico – um local de sepultamento real. No caso de Abraão, aquele local de sepultamento estava “em frente de Manre” (Gn 50:13). No caso de Saul e Jônatas, foi “em Zela, na sepultura de seu pai Quis” (2 Sm 21:14). “Queber” é algo que pode ser cavado (Gn 50:5), e se diz que o corpo de uma pessoa é colocado nele (1 Rs 13:30; 2 Rs 13:21; Jr 26:23).

No Novo Testamento, a palavra no grego para sepultura é “mnemeion”. Pode ser traduzida como “tumba” (Mt 27:60; Mc 6:29) ou “sepulcro” (Mt 23:29; Jo 19:41).

A sepultura é um local temporário para os cadáveres, pois o Senhor disse: “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos, ouvirão a Sua voz e sairão” (Jo 5:28 – TB). Será dito mais sobre isso quando considerarmos a ressurreição.

Discussão

Perguntas e comentários

Abra um tópico para perguntar ou comentar. Quando o autor responde, o nome dele aparece com o selo Autor.

Abrir um tópico

Nenhuma pergunta ainda. Seja o primeiro a comentar este estudo.